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Trabalho / embalagem / IGESPAR: Lojas de museus / Embalagens para jóias

Em 1993 não era claro que lojas de museus e monumentos fossem um bem necessário, mas sentia-se que faziam falta. A polémica pirâmide do Louvre que abrigava uma galeria comercial, deu a conhecer o que os grandes museus tinham entendido: não se sobrevive apenas de receitas de bilheteira.
O então IPPAR (actual IGESPAR) que detinha a responsabilidade do património, aprendeu com os erros alheios e começou dum ponto de partida diferente.

A estratégia que a ideia,designers apresentou ao IPPAR continha um olhar novo sobre as lojas dos museus: deviam tornar-se aliadas no prolongamento do discurso sobre os museus e monumentos até às casas dos visitantes, ao mesmo tempo que constituíam uma nova fonte de receita.

Enquanto outras instituições europeias concessionavam as lojas dos museus assegurando uma área para livros e catálogos próprios e apenas supervisionando a venda de produtos potencialmente desaquados, o IPPAR deveria apostar no total controlo das lojas. Isso implicaria a criação e produção de peças de qualidade, originais, que ultrapassassem a mera justaposição de motivos do museu sobre peças existentes e previsíveis.

Essas novas criações incorporariam o discurso, a excelência, a originalidade e carácter único daquilo que representassem.

 
Maybe one day i'll learn Portuguese, until then, switch me to English.